A Constituição afirma que todos somos iguais
perante a lei, sem distinção de qualquer natureza. A Educação Inclusiva promove
a participação ativa do indivíduo na construção da sua vida pessoal em
sociedade.Incluir implica em uma mudança de paradigmas, de conceitos e costumes
distantes das regras tradicionais fortemente calcados na transferência dos
conteúdos curriculares. A resistência por parte das escolas em concretizar essa
inclusão se dar por não ter profissionais especializados, salas adequadas ou
acesso dentro das escolas. A inclusão busca retirar as barreiras impostas pela
exclusão em seu sentido mais global e a escola deve estar adequada àquela
criança, jovem ou adulto, ter profissionais qualificados e espaços direcionados
às determinadas deficiências, respeitar os limites do educando e desenvolver
uma integração social verdadeira na comunidade escolar. A educação é direito de
toda criança, adolescente ou adulto, independente de suas dificuldades e
limitações e, assegurar esse direito é dar boas vindas a esse aluno sem
questionar suas possibilidades ou dificuldades, respeitando-o, integrando-o ao
cotidiano escolar, visando capacitá-lo para a vida.
Miriam Almeida Psicopedagoga
É isso aí, Miriam. A inclusão escolar envolve, basicamente, uma mudança de atitude face ao Outro: que não é mais um, um indivíduo qualquer, com o qual topamos simplesmente na nossa existência e com o qual convivemos um certo tempo, maior ou menor, de nossas vidas. O Outro é alguém que é essencial para a nossa constituição como pessoa e dessa Alteridade é que subsistimos, e é dela que emana a Justiça, a garantia da vida compartilhada(Teresa Mantoan)
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