domingo, 8 de dezembro de 2013






VÍDEO COM AUDIODESCRIÇÃO DA HISTÓRIA DOS TRÊS PORQUINHOS



O vídeo com audiodescrição objetiva demonstrar a influência dos contos de fadas no desenvolvimento infantil.
A literatura infantil é um caminho que leva a criança a desenvolver a imaginação, emoções e sentimentos de forma prazerosa e significativa.
Através das histórias ouvidas pelas crianças cegas é possível que elas experimentem estados afetivos diferentes daqueles que a vida real pode lhes proporcionar. Assim, a presença da literatura infantil na escola e no lar representa um estímulo forte à aprendizagem da leitura. Os contos de fadas vivenciados durante a infância ajudam no desenvolvimento das crianças de modo geral. Contar histórias para uma criança é uma forma de demonstrar afeto. Um ato simples como esse pode estimular o desenvolvimento psicológico, cultural, emocional, cognitivo. A criatividade também é estimulada, fazendo com que a criança desenvolva a imaginação e a fantasia. Os vídeos com audiodescrição dos contos infantis oferecem a criança cega uma forma significativa de aprender contribuindo para  seu desenvolvimento, aprendizagem e inclusão no ambiente escolar e familiar.



domingo, 20 de outubro de 2013

ATIVIDADE PARA ORIENTAÇÃO TEMPORAL DO ALUNO COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL





A ESTRUTURAÇÃO ESPAÇO-TEMPORAL

                               



A atividade descreve como as ações estão posicionadas no tempo e no espaço a nossa volta.
O aluno deve identificar e memorizar nas imagens as atividades desenvolvidas no dia (manhã e tarde) e noite. Essa habilidade os ajuda a entender em que parte do dia essas ações devem ser realizadas. As crianças precisam ter a habilidade de orientar-se no tempo e espaço para que possam aprender a ler, escrever, contar e se orientar por mapas, por exemplo.
Esta atividade deve ser trabalhada todos os dias, com imagens diferentes que sugerem atividades da  vida diária, durante uma semana.

Habilidades Trabalhadas:
Organização espacial e temporal, Atenção e Percepção Visual, memorização.

Local: Sala de aula comum e SRM

Materiais: Cartolina, recortes de livros ou revistas,cola, figura representativa do sol e da lua.

Desenvolvimento da atividade: Cada aluno (a) deverá identificar, recortar e colar as imagens de ações  de acordo com a parte do dia(manhã, tarde ou noite). O professor (a) deverá enfatizar nesse momento com perguntas como:
Por que essa ação deve acontecer pela manhã? (tarde ou noite)
Por que devemos realizá-la?
Quando acontece? Logo depois, ou antes  de acordar, de tomar café, tomar banho, de ir a escola, almoçar, de ir ao sanitário, de jantar, de dormir...
Acontece todos os dias? 
Todos da casa as realizam? Quem?

domingo, 8 de setembro de 2013

RECURSO DE TECNOLOGIA ASSISTIVA

LIVRO ADAPTADO PARA ALUNOS COM DIFICULDADES MOTORAS
                           (Velcro  nas páginas e pulseira do aluno)               

Aluno com deficiência motora utilizando a pulseira com velcro para  folhear as páginas do livro.

O AEE usa a Tecnologia Assistiva para o desenvolvimento do aluno com deficiência visando a participação e a inclusão escolar. A TA é uma aliada do AEE, pois possibilita uma variedade de serviços e recursos que auxiliam os alunos na efetivação de suas tarefas.As dificuldades funcionais de tarefas podem ser minimizadas com possibilidades de realização e participação se for devidamente indicado o recurso necessário para cada aluno em sua deficiência e limitações.O livro adaptado para alunos com dificuldades motoras (velcro nas páginas e pulseira de velcro no aluno) é um recurso de Tecnologia Assistiva que promove a leitura e a escrita, além da visualização de imagens.
Para adaptação do livro e da pulseira é utilizado apenas o velcro  que deve também ser usado na mesa e nas capas do livro para melhor fixação. 

quinta-feira, 1 de agosto de 2013




                                      Sala de Recursos Multifuncionais



O PAPEL DO PROFESSOR DO AEE NA SALA DE RECURSOS MULTIFUNCIONAIS


O Atendimento Educacional Especializado (AEE) é um atendimento oferecido nas escolas que possuem Sala de Recursos Multifuncionais (SRM) e deve está articulado com a proposta da escola comum em seu Projeto Político Pedagógico (PPP), embora as atividades realizadas no atendimento se diferenciem das atividades realizadas em salas de aula do ensino regular.

As Salas de Recursos Multifuncionais oferecem atendimentos diferenciados para a sua clientela e seu principal objetivo é atender crianças e adolescentes, matriculados na rede pública de ensino com distúrbios que comprometam o aprendizado, favorecendo e oportunizando a superação das dificuldades e a potencialização da aprendizagem. 


Entendo que o papel do professor do AEE é reconhecer as necessidades e habilidades do aluno e a partir delas buscar estratégias para o atendimento, identificar, elaborar, produzir e organizar materiais, recursos didaticopedagógicos, de acessibilidade, considerando as necessidades específicas de cada aluno, organizar o número de atendimentos semanais ou mensais, prolongando o tempo ou antecipando o desligamento do aluno do AEE conforme sua evolução,usar e ensinar recursos de Tecnologia Assistiva como as tecnologias de informação e comunicação ,informática acessível, o soroban, recursos ópticos e não ópticos, os softwares  específicos, os códigos de linguagens,atividades de orientação e mobilidade,elaborar e executar o plano  de AEE, avaliando a funcionalidade e a aplicabilidade dos recursos educacionais e de acessibilidade, promovendo a participação do aluno nas atividades escolares revisando-o e atualizando-o, considerando que cada aluno deve ser atendido de acordo as suas particularidades, acompanhar juntamente com o professor da sala de aula do ensino regular o processo de inclusão do aluno, promover a participação da família no auxílio de serviços de saúde,assistência social e outros. Embora suas atribuições possam está articuladas com profissionais da área de saúde e outros, o papel do professor não deve ser confundido com o papel dos profissionais do atendimento clínico, pois não é seu papel dar diagnósticos.

Acredito que o estudo de caso é o instrumento norteador, de suma importância na elaboração do plano de AEE, pois é preciso investigar para conhecer a história de vida do aluno e assim poder traçar estratégias de ensino e aprendizagem.

quinta-feira, 13 de junho de 2013









A INCLUSÃO ESCOLAR


A educação na escola especial perpassa em caráter transversal por toda a vida escolar do aluno com NEE desde o ensino fundamental até o ensino superior.  A princípio, a proposta da escola especial era segregar alunos com NEE em uma sala de aula regular. Foi então que percebeu-se que estes alunos eram "excluídos" do convívio escolar com alunos que não apresentavam NEE.  Atualmente a escola inclusiva, com a iniciativa do Governo Federal e apoio da Gestão Municipal aproxima cada vez mais o aluno portador de deficiências matriculado na sala de ensino regular, de uma escola, de fato, para todos, onde deve verdadeiramente acontecer a "inclusão".  O Atendimento Educacional Especializado na sala de recursos multifuncionais para os alunos com necessidades educativas especiais é a parceria fundamental com a sala de ensino regular, tornando assim o aprendizado dessa clientela muito mais viável e satisfatório.

domingo, 2 de junho de 2013

VÍDEO WEB 2.0

Web 2.0

Esse vídeo faz comparações através de desenhos animados do início e dos avanços  no nosso mundo virtual. Com ele podemos perceber como essa tecnologia facilita o nosso conhecimento e a nossa comunicação com o mundo.

RESOLUÇÃO Nº4, DE 2 DE OUTUBRO DE 2009 - Diretrizes Operacionais para o AEE...

MINISTÉRIO DA EDUCAÇO
CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO
CÂMARA DE EDUCAÇÃO BÁSICA
RESOLUÇÃO Nº 4, DE 2 DE OUTUBRO DE 2009 (*)
Institui Diretrizes Operacionais para o
Atendimento Educacional Especializado na
Educação Básica, modalidade Educação
Especial.


O Presidente da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação,
no uso de suas atribuições legais, de conformidade com o disposto na alínea “c” do artigo 9º
da Lei nº 4.024/1961, com a redação dada pela Lei nº 9.131/1995, bem como no artigo 90, no
§ 1º do artigo 8º e no § 1º do artigo 9º da Lei nº 9.394/1996, considerando a Constituição
Federal de 1988; a Lei nº 10.098/2000; a Lei nº 10.436/2002; a Lei nº 11.494/2007; o Decreto
nº 3.956/2001; o Decreto nº 5.296/2004; o Decreto nº 5.626/2005; o Decreto nº 6.253/2007; o
Decreto nº 6.571/2008; e o Decreto Legislativo nº 186/2008, e com fundamento no Parecer
CNE/CEB nº 13/2009, homologado por Despacho do Senhor Ministro de Estado da
Educação, publicado no DOU de 24 de setembro de 2009, resolve:
Art. 1º Para a implementação do Decreto nº 6.571/2008, os sistemas de ensino devem
matricular os alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas
habilidades/superdotação nas classes comuns do ensino regular e no Atendimento
Educacional Especializado (AEE), ofertado em salas de recursos multifuncionais ou em
centros de Atendimento Educacional Especializado da rede pública ou de instituições
comunitárias, confessionais ou filantrópicas sem fins lucrativos.
Art. 2º O AEE tem como função complementar ou suplementar a formação do aluno
por meio da disponibilização de serviços, recursos de acessibilidade e estratégias que
eliminem as barreiras para sua plena participação na sociedade e desenvolvimento de sua
aprendizagem.
Parágrafo único. Para fins destas Diretrizes, consideram-se recursos de acessibilidade
na educação aqueles que asseguram condições de acesso ao currículo dos alunos com
deficiência ou mobilidade reduzida, promovendo a utilização dos materiais didáticos e
pedagógicos, dos espaços, dos mobiliários e equipamentos, dos sistemas de comunicação e
informação, dos transportes e dos demais serviços.
Art. 3º A Educação Especial se realiza em todos os níveis, etapas e modalidades de
ensino, tendo o AEE como parte integrante do processo educacional.
Art. 4º Para fins destas Diretrizes, considera-se público-alvo do AEE:
I – Alunos com deficiência: aqueles que têm impedimentos de longo prazo de natureza
física, intelectual, mental ou sensorial.
II – Alunos com transtornos globais do desenvolvimento: aqueles que apresentam um
quadro de alterações no desenvolvimento neuropsicomotor, comprometimento nas relações
sociais, na comunicação ou estereotipias motoras. Incluem-se nessa definição alunos com
autismo clássico, síndrome de Asperger, síndrome de Rett, transtorno desintegrativo da
infância (psicoses) e transtornos invasivos sem outra especificação.
III – Alunos com altas habilidades/superdotação: aqueles que apresentam um potencial
elevado e grande envolvimento com as áreas do conhecimento humano, isoladas ou
combinadas: intelectual, liderança, psicomotora, artes e criatividade.
(*) Resolução CNE/CEB 4/2009. Diário Oficial da União, Brasília, 5 de outubro de 2009, Seção 1, p. 17.

domingo, 26 de maio de 2013

EDUCAÇÃO INCLUSIVA






Educação Inclusiva

A Constituição afirma que todos somos iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza. A Educação Inclusiva promove a participação ativa do indivíduo na construção da sua vida pessoal em sociedade.Incluir implica em uma mudança de paradigmas, de conceitos e costumes distantes das regras tradicionais fortemente calcados na transferência dos conteúdos curriculares. A resistência por parte das escolas em concretizar essa inclusão se dar por não ter profissionais especializados, salas adequadas ou acesso dentro das escolas. A inclusão busca retirar as barreiras impostas pela exclusão em seu sentido mais global e a escola deve estar adequada àquela criança, jovem ou adulto, ter profissionais qualificados e espaços direcionados às determinadas deficiências, respeitar os limites do educando e desenvolver uma integração social verdadeira na comunidade escolar. A educação é direito de toda criança, adolescente ou adulto, independente de suas dificuldades e limitações e, assegurar esse direito é dar boas vindas a esse aluno sem questionar suas possibilidades ou dificuldades, respeitando-o, integrando-o ao cotidiano escolar, visando capacitá-lo para a vida.
                                                                                 Miriam Almeida                                                                                                                                                         Psicopedagoga